ACE Diadema discute com a prefeitura a conduta arbitraria da GMC durante a Fase Emergencial

 Atos excessivos e abuso de autoridade da Guarda Civil Metropolitana de Diadema durante a fiscalização do comércio nesta Fase Emergencial do Plano São Paulo foi denunciada pela ACE Diadema. Em reunião, Malheiro pediu mais respeito e voltou a falar sobre a flexibilização do decreto

No dia 30 de março, a ACE Diadema realizou nova reunião virtual com a participação de representantes da prefeitura de Diadema, sendo: o secretário de defesa social de Diadema, Benedito Mariano; o secretário de desenvolvimento econômico, Joel Fonseca; o diretor de articulação e desenvolvimento empresarial, Paulo Barbosa; e representantes do comércio local. A pauta foi o tratamento da segurança e amparo legal dos estabelecimentos comerciais de Diadema.

A reunião foi motivada pela atitude arbitrária da GCM – Guarda Civil Metropolitana – de Diadema, ao fechamento da Floricultura Thalyta Flores na região do centro, durante a Fase Emergencial do Plano São Paulo frente a pandemia de Covid-19, conforme nota de repudio feita pela ACE Diadema no dia 22 de março.

A conduta dos agentes civis no episódio foi agressiva e desrespeitosa, obrigando a loja a fechar as portas mesmo com autorização de funcionamento. Malheiro questionou sobre o direito de ir e vir dos comerciantes em suas atividades legalmente autorizadas pelo decreto. Diante do ocorrido com o comércio Thalyta Flores, o secretário Benedito Mariano se solidarizou com a classe, reconhecendo ser a mais atingida com as restrições e tal conduta será apurada pela secretaria.

Todavia, é preciso perfilhar que diversos comércios que não se classificam como prioritários nessa Fase Emergencial do Plano São Paulo estão operando de forma irregular, o que motivou a prefeitura a aumentar a patrulha e fiscalização, com maior atenção aos estabelecimentos que promovem festas clandestinas, os famosos “pancadões”.

“Também solicitamos a suspensão do estacionamento rotativo nas ruas, haja vista que neste período de medidas restritivas não há movimentação no comércio e nas ruas da cidade”, disse Malheiro. A solicitação foi levada para a secretaria responsável, por meio da secretaria de desenvolvimento econômico.

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