Empresas precisam ficar atentas no engajamento de funcionários

De acordo com a pesquisa da Gallup “State of the Global Workplace”, divulgada no mês de junho, o engajamento dos funcionários caiu pela primeira vez em uma década. Desde 2009, o percentual de funcionários engajados no trabalho apresentava uma crescente, que mudou no ano passado. Segundo a pesquisa, apenas 20% dos trabalhadores estão envolvidos no trabalho, e relatam maior preocupação, estresse, raiva e tristeza em 2020 do que no ano anterior.

E se 80% dos funcionários de uma organização não estiverem engajados ou estiverem ativamente desligados no trabalho, a resiliência da organização durante uma crise estará em alto risco, as empresas médias lutarão diariamente por ganhos mínimos de produtividade e os líderes não serão capazes de atingir seus objetivos de forma consistente. Segundo a Gallup, essa falta de engajamento custa à economia global US $ 8,1 trilhões, quase 10% do PIB, em perda de produtividade a cada ano.

No Brasil, o número fica bem próximo ao cenário global: a pesquisa aponta que apenas 29% dos funcionários estão engajados no trabalho. Isso implica em prejuízos na produtividade, na inovação e nas mudanças organizacionais.

Para mudar este cenário, as empresas devem preparar melhor seus líderes, pois os líderes diretos são responsáveis por 70% do nível de engajamento de um colaborador.

Uma das práticas mais importantes de um líder é gerenciar as pessoas com base nos talentos, olhar primeiro para o que elas têm de bom e ajudá-las a desenvolver a melhor versão delas mesmas. Temos especialistas à disposição para orientar sobre 12 comportamentos que um líder pode apresentar que têm uma co-relação com a melhoria do nível de engajamento dos colaboradores.

 

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