Relacionamentos virtuais: uma das mudanças que a pandemia trouxe

A pandemia de Covid-19 mudou diversos aspectos do comportamento humano, indo muito além do mundo corporativo e educativo. No que tange os relacionamentos (namoros), o que era uma tendência entre os jovens, veio para ficar entre todas as gerações

O isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19 diminuiu a interação física entre as pessoas, mas não o desejo de elas se relacionarem. As relações virtuais – incluindo as gerações passadas e atuais – forjaram inegavelmente uma mudança de paradigma nos hábitos de relacionamento.

O Tinder – o mais famoso aplicativo de relacionamento do mundo – divulgou que, durante a pandemia, 60% dos membros buscaram o serviço de namoro online por se sentirem solitários e queriam se conectar com as pessoas não somente pela diversão – característica essa da Geração Z, que vem ditando há alguns anos os novos comportamentos de namoro online.

De acordo com o pesquisador social australiano, Mark McCrindle, a Geração Z é disruptiva e autêntica, não se importa com marcas ou nome e valoriza o bem-estar e a experiência. Grandes mudanças de comportamento estão vindo a partir dessa geração, que tem no digital o seu principal mecanismo.

Gerações mais antigas aderem ao encontro virtual

Uma pesquisa realizada pelo site de relacionamentos Seeking.com entre os membros da própria comunidade apontou que 65% das pessoas que fazem parte deste universo, buscam encontrar um par na internet para aproveitar a experiência, com conveniência e transparência – o que reforça o conceito do fisital. Os dados foram extraídos a partir de homens da Geração X (59%) e mulheres da Geração Y (41%), que vivem nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Índia, Brasil e México.

A pesquisa também aponta que, após um ano de confinamento, os usuários de aplicativos utilizam a ferramenta de formas diferentes. Eles não querem apenas os encontros virtuais: 94% dos entrevistados almejam sair com 55% das pessoas, preferindo um bom restaurante como o primeiro encontro ideal, enquanto 29% disseram que normalmente seguiriam o fluxo e decidiriam a partir de seu instinto.

Uma revelação surpreendente é sobre qual gênero deve ter a iniciativa: 59% acreditam que os homens não devem dar o primeiro passo, e 85% dos entrevistados disseram que se sentem confortáveis em agir primeiro.

“Desde o início da pandemia, os encontros presenciais agora são traduzidos em encontros virtuais. Também houve um aumento considerável em termos de mensagens trocadas e picos de tráfego no mundo inteiro”, disse Brandon Wade, diretor executivo e fundador do Seeking.com.

Do virtual para físico

Quando se trata da questão de intimidade, 30% de todos os entrevistados ficam satisfeitos em ter relações íntimas depois do primeiro encontro, enquanto 32% disseram que seria algo que dependeria da química e de um sentimento positivo sobre o momento. Além disso, 66% dos entrevistados estão bem com perspectiva de intimidade no primeiro encontro.

“O ponto crucial dos relacionamentos modernos não é mais sobre o cortejo deliberado ou encontrar “a pessoa certa”, mas sim sobre fluidez e consistência em suas abordagens nos relacionamentos”, supôs a porta-voz do Seeking.com, Rachel Uchitel. “A Geração X está lentamente se integrando para lidar com os relacionamentos modernos”, completou. Para concluir o levantamento, 74% dos usuários se dizem satisfeitos em conseguir seus companheiros por meio de um aplicativo de relacionamento, sendo que 65% deles não possuem a intenção de ter filhos.

A pandemia de Covid-19 mudou diversos aspectos do comportamento humano, indo muito além do mundo corporativo e educativo. No que tange os relacionamentos (namoros), o que era uma tendência entre os jovens, veio para ficar entre todas as gerações

 O isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19 diminuiu a interação física entre as pessoas, mas não o desejo de elas se relacionarem. As relações virtuais – incluindo as gerações passadas e atuais – forjaram inegavelmente uma mudança de paradigma nos hábitos de relacionamento.

O Tinder – o mais famoso aplicativo de relacionamento do mundo – divulgou que, durante a pandemia, 60% dos membros buscaram o serviço de namoro online por se sentirem solitários e queriam se conectar com as pessoas não somente pela diversão – característica essa da Geração Z, que vem ditando há alguns anos os novos comportamentos de namoro online.

De acordo com o pesquisador social australiano, Mark McCrindle, a Geração Z é disruptiva e autêntica, não se importa com marcas ou nome e valoriza o bem-estar e a experiência. Grandes mudanças de comportamento estão vindo a partir dessa geração, que tem no digital o seu principal mecanismo.

Gerações mais antigas aderem ao encontro virtual

Uma pesquisa realizada pelo site de relacionamentos Seeking.com entre os membros da própria comunidade apontou que 65% das pessoas que fazem parte deste universo, buscam encontrar um par na internet para aproveitar a experiência, com conveniência e transparência – o que reforça o conceito do fisital. Os dados foram extraídos a partir de homens da Geração X (59%) e mulheres da Geração Y (41%), que vivem nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Índia, Brasil e México.

A pesquisa também aponta que, após um ano de confinamento, os usuários de aplicativos utilizam a ferramenta de formas diferentes. Eles não querem apenas os encontros virtuais: 94% dos entrevistados almejam sair com 55% das pessoas, preferindo um bom restaurante como o primeiro encontro ideal, enquanto 29% disseram que normalmente seguiriam o fluxo e decidiriam a partir de seu instinto.

Uma revelação surpreendente é sobre qual gênero deve ter a iniciativa: 59% acreditam que os homens não devem dar o primeiro passo, e 85% dos entrevistados disseram que se sentem confortáveis em agir primeiro.

“Desde o início da pandemia, os encontros presenciais agora são traduzidos em encontros virtuais. Também houve um aumento considerável em termos de mensagens trocadas e picos de tráfego no mundo inteiro”, disse Brandon Wade, diretor executivo e fundador do Seeking.com.

Do virtual para físico

Quando se trata da questão de intimidade, 30% de todos os entrevistados ficam satisfeitos em ter relações íntimas depois do primeiro encontro, enquanto 32% disseram que seria algo que dependeria da química e de um sentimento positivo sobre o momento. Além disso, 66% dos entrevistados estão bem com perspectiva de intimidade no primeiro encontro.

“O ponto crucial dos relacionamentos modernos não é mais sobre o cortejo deliberado ou encontrar “a pessoa certa”, mas sim sobre fluidez e consistência em suas abordagens nos relacionamentos”, supôs a porta-voz do Seeking.com, Rachel Uchitel. “A Geração X está lentamente se integrando para lidar com os relacionamentos modernos”, completou. Para concluir o levantamento, 74% dos usuários se dizem satisfeitos em conseguir seus companheiros por meio de um aplicativo de relacionamento, sendo que 65% deles não possuem a intenção de ter filhos.

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